Mostrando postagens com marcador Novelas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Novelas. Mostrar todas as postagens

16/05/2015

Morre aos 81 anos o ator Elias Gleizer

maio 16, 2015 1 Comments
Uma das figuras mais queridas da TV faleceu hoje aos 81 anos de idade, no hospital Copa D'Or, no Rio de Janeiro, onde estava internado desde 6 de maio. 

O ator nasceu em São Paulo, filho de sapateiro e dona de casa judeus, ambos imigrantes poloneses. Aos 12 anos tocava violino em uma orquestra juvenil amadora, quando foi convidado por um diretor para fazer teatro. Estreou na Tupi em 1959, onde permaneceu até 1978. Seu destaque foi no especial José do Egito.

Na Tupi, ele fez novelas ao vivo, atuou em várias tramas, o que o levou para a Globo em 1984. Em Tieta, de 1989, Elias fez o personagem de um motorista do lendário Marinete, o ônibus que conectava a fictícia cidade Santana do Agreste ao resto do mundo. Em Sonho meu, de 1993, fez o Tio Zé, um velhinho bondoso que adotou uma criança fugitiva de um orfanato. Mais tarde, repetiu o papel em Era uma vez..., de 1998.

Atuou também em Explode Coração, de 1995, em Chiquinha Gonzaga, de 1999, em Terra Nostra, de 1999. Merece um destaque especial em Caminhos das Índias, de 2009, onde fez o Seu Cadore.

E quem lembra da novela Sonho Meu, onde ele atuou como o vovô com Caroline Pavanelli?

Descanse em paz!

28/08/2012

Carrossel de 1991 e 2012

agosto 28, 2012 0 Comments


O aguardado remake de "Carrossel", a novela infantil mexicana que foi um dos maiores sucessos já exibidos pelo SBT, já está no ar há pouco mais de um mês e tem sucesso garantido entre as crianças do Brasil todo. Pelo menos, as crianças que conheço e já ouvi falar adoram. 

A primeira versão foi feita em 1966, na Argentina, você sabia? Em 1983, fizeram a segunda versão. A versão que surgiu aqui no Brasil em 1991, foi feita no México em 1989, escrito por Abel Santacruz, com 375 capítulos, ficando no ar durante um ano. O sucesso foi tanto que chegou a ser reprisado três vezes, em 1993, 1995 e 1996.

Agora, quem assume a nova versão é Íris Abravanel, mulher de Silvio Santos. Mas aquele clima ingênuo e doce do original foi deixado um pouco de lado, dando ênfase a era da Internet. São crianças mais espertas e modernas. Até o uniforme azul mudou para amarelo e branco, com detalhes em xadrez.

Mas qual a versão que mais tocou seu coração? Não tem como comparar, não é mesmo? Para as crianças de hoje em dia, que não tiveram a oportunidade de assistir a novela mexicana com a professora Helena, interpretada por Gabriela Rivero, não tem noção do quanto ela era linda, carinhosa e a professora mais querida e sonhada do mundo. Não tirando o mérito da atual professora Helena, faz seu papel muito bem.

Não tenho acompanhado diariamente, mas das oportunidades que tive de assitir alguns dos capítulos, o personagem que melhor atua e lembra muito bem é o Jaime. E, a Valéria, interpetada por Maisa, me desculpem, não tem nada que lembra aquela menininha de óculos grandões, onde o charme era ela levantá-lo sempre acima do nariz e sua inesquecível fala doce.

Chorei em muito capítulos, principalmente quando a professora Helena sofreu um grave acidente. Todas as cenas em que Maria Joaquina maltratava o Cirilo me cortavam o coração. Amava a docilidade e as lições que o Firmino dava. E a melhor de todas foi quando a professora Helena voltou a dar aula para a classe.


Então, como sempre digo, não existe o melhor ou pior, cada geração é diferente, o comportamento é diferente. Muitas vezes, rimos do que nossos pais e avós gostavam na suas épocas e, hoje, meu filho curte coisas bem diferentes que as da minha época. Que esta novela traga lembranças valiosas, assim como a primeira versão foi para nós.




12/09/2011

Mulheres de Areia está de volta

setembro 12, 2011 0 Comments

A Rede Globo escolheu Mulheres de Areia (1993) para o Vale a Pena Ver de Novo que vai ao ar nesta segunda-feira, dia 12 de setembro. Para relembrar algumas cenas, a novela se passa na fictícia Pontal D'Areia, cidade do litoral Fluminense. Ruth é doce, calma e tem um bom coração. Já sua irmã gêmea Raquel é má, egoísta e agressiva. Aproveitando-se da semelhança física com a irmã, Raquel planeja conquistar o namorado de Ruth, o bem-sucedido empresário Marcos Assunção (Guilherme Fontes), que se encanta com Ruth quando a conhece em Pontal D’Areia. Daí por diante, acontecem milhares de acontecimentos em torno disso.


Além de Glória Pires fazer sucesso interpretando duas personagens, Tonho da Lua, interpretado por Marcos Frota, se destacou por ter um amor platônico por Ruth e faz de tudo para vê-la feliz. Apesar de suas limitações como portador de deficiência mental, não impedem que ele seja reconhecido pelas sua belas esculturas de mulheres na areia.

Depois de uma grande reviravolta na novela, Raquel que conseguiu se casar com Marcos, sofre um acidente e cai no mar. É dada como morta, mas ela sobrevive e volta para se vingar de Ruth, que decide continuar casada com Marcos no lugar da irmã.

Bom, até aqui eu contei, vou deixar o post em aberto para que você deixe nos comentários alguma cena que você lembra, até mesmo o final.


A trilha sonora da novela teve como sucessos Gita de Raul Seixas e Ovelha Negra de Rita Lee, interpretada pelo grupo Os fantasmas.



.

31/07/2011

Zé Ramalho - Mistérios da Meia Noite

julho 31, 2011 0 Comments
 

Das trilhas sonoras de sucessos, esta foi uma das que mais marcou a minha infância. Era tema do professor Astromar da novela Roque Santeiro, que no final da novela foi descoberto como o lobisomem que aparecia nas noites de lua cheia e atacava as mulheres na fictícia cidade de Asa Branca. Eu assisti a reapresentação que foi na Sessão Aventura, de 1991 a 1992 na Globo. Meu refúgio era o sofá da sala, sempre que começava  a música com aqueles uivos eu me escondia atrás dele.


 
 
 
 
.

05/03/2010

Embarque neste Carrossel...

março 05, 2010 1 Comments
Na década de 1990, a novela mexicana fez a cabeça dos baixinhos brasileiros. Professora Helena, Cirilo, Maria Joaquina e toda a turma do “Carrossel” se tornaram tão populares que o SBT reprisou a novela quatro vezes e ainda trouxe duas outras temporadas da trama para o Brasil.


 
Carrossel teve 375 capítulos e foi produzida pela Rede Televisiva em 1989. Foi a primeira novela estrangeira a concorrer o Troféu Imprensa na categoria Melhor Novela, mas recebeu apenas um voto. A novela fez tanto sucesso que Gabriela Rivero, a atriz que interpretou a professora Helena, desceu a rampa do Congresso Nacional com o presidente Fernando Collor. Mais tarde, ganhou uma continuação, intitulada Carrossel das Américas, também exibida pelo SBT. Em 2002, foi feita uma outra versão da novela chamada Viva as Crianças - Carrossel 2.

Bom, a professora Helena é a personificação de tudo que é bom, amiga e mãe de seus alunos. Era amada por todos e tinha uma enorme paciência e ternura.

Cirilo Rivera era um menino pobre e negro, caracterizava-se por sua ingenuidade, sendo motivo de chacota para seus colegas, dentre eles o temível Paulo Guerra. Cirilo era apaixonado pela Maria Joaquina Villa Señor, mas não era correspondido, pois era racista. Ai, como sofreu esse menino e eu torcia pra chata da Maria Joaquina amolecer o coração.

Kokimoto Mishima era um garotinho oriental, tinha uma faixa de caratê na cabeça e o guarda-costas do temível Paulo Guerra. Porém, era um bom menino e mais tarde substituído do cargo de braço direito de Paulo por Mário Ayala.

Davi Rabinovich não perdia tempo com a mulherada, tendo como affair a levada Valéria. A sua grande atuação foi na cena em que teve que sacrificar seu animal de estimação, uma tartaruga, para fazer uma sopa milagrosa para curar o porteiro Firmino de uma forte gripe. A idéia veio quando a professora Helena em uma das aulas disse que uma sopa de tartaruga poderia até ressucitar os mortos.

Valéria Ferreira, no auge da pobreza, quando seu pai perdeu o emprego, costurou roupinhas de boneca durante a madrugada para tentar vendê-las na escola. Pelas manhãs motrava-se exausta e era repreendida por seus familiares, que não sabiam da sua boa ação.

Jaime Palillo era um gordinho de coração enorme e sempre dizia: "Que droga de cabeça!" quando não acertava um problema de matemática. Temia o seu pai Rafael Palillo, um mecânico de automóveis de bom coração, mas que sempre brigava com ele na hora de assinar o boletim.

Laura era doce, meiga e romântica. Passava o dia com um grande sanduíche nas mãos e sempre suspirava um "Isso é tão romântico!". Adorava ela.

Carmem Carrilho era uma menina estudiosa e extremamente pobre, que sofria a separação dos pais. Destacou-se na novela ao sofrer de apendicite aguda, precisando ser urgentemente operada pelo pai de Maria Joaquina.

Mario Ayala entra na metade da novela. Filho de um carregador de batatas e vivia também com a madrasta e meia-irmã. Em seu primeiro dia de aula se comportou tão mau que fez a professora Helena chorar. Mas com o passar do tempo foi se tornando mais comportado. Possuia um cachorro chamado Rabito, que a uma certa altura se sentiu na obrigação de devolvê-lo para sua dona que vivia numa cadeira de rodas e anteriormente se chamava Caramelo. A menina deu um outro cão para Mario, o qual também recebeu o nome de Rabito e se tornou o mascote da Patrulha Salvadora.

Paulo Guerra era um problema, sempre aprontando com tachinhas na cadeira da Laura, com planos maquiavélicos contra o Cirilo e sempre com sua inseparável funda. No final da novela, Mario começa a ter pesadelos como metade pássaro e metade menino, chamado de Corvo Vingador, e a partir daí passa a refletir para não acabar sozinho e sem amigos.

Maria Joaquina era uma menina rica, filha de um renomado médico, bonita, egoísta e que menosprezava os seus colegas. Mas com o tempo aprende a dar valor para as coisas da vida.

Marcelina Guerra é irmã de Paulo, sendo o oposto do irmão, defendendo os injustiçados Cirilo e Laura.

Adriano era secundário na trama, aparecia pouco e dividido entre bocejos e cochilos.

Daniel Zapata era o líder intelectual da turma e criador da organização filantrópica e sem fins lucrativos "Patrulha Salvadora".

Bibi Smith era descendente de americanos e às vezes falava expressões em inglês.

Clementina tinha uma voz insuportável e mantida sobre cárcere privado por suas tias ultra-conservadoras Rosa e Clara. Morava atrás da escola, mas nunca havia estudado e a Patrulha Salvadora a libertou deste mundo.

Jorge Delsalto era um invejável menino rico, possuidor de um carrinho branco motorizado e arrancava sorrisos e piscadelas de Maria Joaquina. Sua memorável participação foi a corrida entre ele e Cirilo e também quando Daniel Zapata deu um soco na sua nuca, ficando com cegueira temporária e usou isso para incriminar o garoto.

A diretora Oliva era o oposto da doce Helena, solteirona amarga e autoritária. Presenteou Jaime Palillo com uma nota zero após ser pego colando na classe.

Firmino era o velho porteiro amigo dos alunos, sempre os acobertava. Mais tarde houve a substituição do ator, o que nos leva a supor a morte do ator original.


Bom, lembro de muitas cenas, se colocar todas aqui o post vai ficar muito grande, então, deixo para que vocês digam ou enviem materiais para podermos matar as saudades. Esta foi a novela que mais gostei, não perdia um capítulo sequer. Era tudo simples, original e cativante. Vivíamos cada detalhe das histórias e nos identificávamos com muitas das crianças pelo cotidiano e pela idade. Quem não queria ter uma professora Helena? E sempre que gostamos de uma série ou desenho, temos um personagem favorito, mas nessa novela, por incrível que pareça não tinha aquele que se destacasse mais, todos tinham qualidades e características únicas.

Sei, o post ficou imenso, mas foi uma novela que marcou muito a infância de muita gente, quando vi algumas cenas no YouTube quase tive um "piripaque". Tem o episódio em que Carmem tem uma crise de apendicite. Ah, que saudades!

Ainda no YouTube, tem uma reportagem super legal falando sobre os personagens. E, aqui tem um vídeo com a professora Helena e alguns de seus alunos 15 anos depois.


.

03/03/2010

Novela Quatro Por Quatro

março 03, 2010 0 Comments

Exibida entre 24 de outubro de 1994 e 22 de julho de 1995 em 233 capítulos.

A novela Quatro Por Quatro foi um grande sucesso em 1994, fazendo com que Babalu, personagem de Letícia Spiller ficasse marcada até hoje em sua carreira. Deu tão certo o seu romance com o Raí interpretando um mecânico galinha, personagem de Marcelo Novaes, que eles se acertaram aqui fora por vários anos.

A Babalu era inspirada na Mônica, personagem de história em quadrinhos criada por Maurício de Souza. A baixinha e dentuça das histórias da “Turma da Mônica” ajudou a construir o jeito enfezado de uma das mais famosas personagens feitas pela atriz. A bolsa usada por Babalu para descarregar sua irritação era uma espécie de Sansão, coelhinho que Mônica usa para bater em que ousasse falar dela.

O visual da loira em Quatro por Quatro virou moda: blusa de elástico com os ombros e barriga de fora, short curto e um prendedor de cabelo com uma margarida.

Outro par romântico que lembro da novela era a insegura Tati, personagem de Cristiana Oliveira e o médico Bruno, vivido por Humberto Martins.

E, finalmente, o casal que a trama também ajudou na vida real foi o de Lizandra Souto com o jogador de vôlei Tande. O jogador apareceu em apenas um capítulo como um amante que levava roupas sujas para a moça lavar. Hoje são casados e tem filhos.

Lembram da Ângela, personagem de Tatyane Goulart e o Dinho de Eduardo Caldas? Eram uns fofos.


Saiba tudo sobre a novela aqui.


.

22/04/2009

Novela Sonho Meu

abril 22, 2009 8 Comments
 

O sucesso foi tanto que foi uma das novelas mais cotadas para reprise no "Vale a Pena Ver de Novo".

Sonho Meu é uma telenovela brasileira produzida e exibida no horário das 18 horas pela Rede Globo entre 1993 e 1994, com 197 capítulos e escrita por Marcílio Moraes. A abertura tinha como protagonista na época com a pequena Carolina Pavanelli fazendo desenhos inspirados no universo infantil. O tema da abertura "Querer É Poder", era cantado por Xuxa e José Augusto. Foi uma das raras novelas da Rede Globo a não se passar no Rio de Janeiro ou em São Paulo. A trama era passada na cidade de Curitiba, utilizando abundantemente os pontos turísticos da cidade como locações. E não podemos deixar de destacar o bordão de Giácomo Madureira, personagem de Eri Johnson: "Fui!". Também aos atores personagens Lucas e Claudia, vividos pelos atores Leonardo Vieira e Patrícia França.

E, por onde anda Carolina Pavanelli, a intérprete da Laleska?




Pois é, ela cresceu. De acordo com Carolina, 23 anos, o principal motivo para seu afastamento da carreira artística foi os estudos, mas, além disso, ela admite que os papéis começaram a ficar mais difíceis.

"Entrei naquela fase em que você não é criança nem adolescente e acaba ficando sem identidade. Os papéis ficam difíceis. Também fui para um colégio mais forte e não consegui conciliar o trabalho e os estudos. Quis me dedicar. Gosto de estudar e ler muito. Sempre fui meio nerd".

Enquanto a carreira de atriz não engrena, a jovem continua voltada para os estudos. Ela contou que planeja cursar mestrado de cinema na UFF ou na Universidade de São Paulo (USP) e já está desenvolvendo seu projeto de apresentação, uma análise da importância das latinas no cinema americano.

Mesmo depois de tanto sucesso na infância - ela ganhou os prêmios de revelação do ano de 1993 e destaque do ano de 1994 no "Domingão do Faustão" - Carolina garante que a fama não mudou nada em sua vida. Ela diz que fazer novela era um sonho desde seus quatro anos e ela encarava o trabalho como uma brincadeira.

"Ser famosa na infância não causou nada em mim. Até hoje faço televisão porque gosto. Desde os quatro anos fazia teatrinho com os meus bichinhos de pelúcia. Na hora de gravar, levava o trabalho a sério, mas no fundo, via como uma grande brincadeira", conta Pavanelli.

Perguntada se em algum momento ficou deslumbrada por tanto reconhecimento, a carioca assegura que não e credita isso aos pais. "Nunca fui deslumbrada porque meus pais não deixaram. Quando começava a me 'sentir', eles me davam bronca e diziam: 'um dia você está por cima, outro por baixo e, depois, por cima de novo'. É uma lição que levo até hoje. Começar a carreira cedo me deu maturidade e compromisso. Não quero ser famosa, quero ser reconhecida".

Carolina Pavanelli é filha do economista Reinaldo Pavanelli e da dona de casa Suzana, e estreou na televisão em Sonho Meu, na Globo, aos seis anos de idade. Aos 10 anos, Carolina publicou o livro de histórias infantis "Sonhos de Criança", que vendeu 7.000 exemplares. Em 1997, se consagrou na novela Meu Bem Querer, na qual interpretava Bisteca, contracenando com Marília Pêra. Atualmente cursa a faculdade de cinema na Universidade Federal Fluminense.




.

02/01/2009

Novela Vamp

janeiro 02, 2009 0 Comments



A trama marcou época, tornou-se febre e trouxe para a televisão uma linguagem típica das histórias em quadrinhos. O sucesso foi tamanho que muitas crianças passaram a usar dentes de vampiro em suas brincadeiras e aproveitaram para colecionarar o álbum de figurinhas da novela.

Polêmicas também surgiram durante a trama vampiresca. Os fanáticos pelas clássicas histórias de terror criticaram a novela por mostrar vampiros passeando em plena luz do dia e envolvidos em situações cômicas.

O sucesso de Vamp foi tão grande que, menos de um ano depois do fim da novela, ela foi reapresentada a partir de janeiro de 1993, às 16h55, na programação de férias da Rede Globo.

Uma cena memorável da novela se passa em uma noite de lua cheia, onde o vampiro Vlad vai ao cemitério e diz que vai trazer seus amigos de volta. Ele afirma que os mesmos foram destruídos pelas forças do bem. E, ao som instrumental de “Thriller”, de Michael Jackson, começa a evocar os companheiros.

O todo poderoso conde Vladimir Polanski, o Vlad, era o líder máximo dos vampiros que assombravam a fictícia cidade Armação dos Anjos.


.