segunda-feira, 6 de maio de 2013

Guarda chuva de chocolate



Parecia e fácil no começo, mas tirar o papel que envolvia este chocolate era uma verdadeira arte e, muitas vezes, lá se ia a pontinha do chocolate junto. Um verdadeiro desperdício, porque até papel se comia junto quando não conseguíamos tirá-lo de tão divertido e gostoso.



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Infância...


É a época da vida em que fazemos caretas para o espelho.
Velhice é quando o espelho se vinga.
 Desconheço Autoria
 
 
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Invenções acidentais que deram certo

Normalmente, invenções e descobertas científicas são resultados de muitos estudos que demandam muita paciência e tempo. Mas, alguma vezes, acontecem por acaso como: 

Mola Maluca


Pouca gente sabe, mas este brinquedo foi inventado por acaso em 1943. Enquanto trabalhava num estaleiro de navios de guerra, o engenheiro Richard James esbarrou numa mola torcida. A mola caiu da prateleira sobre uns livros, depois sobre a mesa e em seguida no piso, onde ficou a balançar como esperando novas instruções. Ele disse a sua esposa: "Acho que podemos fazer um brinquedo desta mola." O casal tomou um empréstimo de US$500 para fabricar o primeiro lote de 400 unidades. Desde então, foram vendidas mais de 300 milhões de unidades.


Massinha Play Doh

Esta massinha foi criada para servir como produto de limpeza, ou seja, deveria ser passada em papéis de parede sujos - a sujeira ficaria grudada na massa. Mas as crianças começaram a usar o produto para fazer maquetes e trabalhos de escola. Então, foram removidas algumas químicas e adicionados cores. Virou um dos brinquedos favoritos de todos os tempos.


Super Bonder


Em 1942 o cientista Harry Coover descobriu que a substância que ele havia criado, o cianocrilato, foi um fracasso. Não poderia ser usada para criar uma nova lente de precisão para armas porque, infelizmente, grudava terrivelmente em tudo com que entrava em contato. Apenas seis anos depois que Coover percebeu que a substância grudava incrivelmente sem precisar de calor e criou a Super Cola.



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A Nossa Turma - The Get Along Gang



A Nossa Turma era um desenho animado que consistia de um grupo de animais antropomórficos pré-adolescentes, que viviam sempre em aventuras, nos quais se dava importância do trabalho em equipe e a amizade.

Geralmente o grupo vivia na sorveteria de um bode muito alegre ou num vagão de trem. Eles eram liderados por um inteligente e esperto alce chamado Montgomery, que sempre tinha bons conselhos para dar a todos, assim como um gato chamado Zipper, muito esportista que vivia sempre incentivando os outros ao esporte. Tinha também a ovelha chamada Vilma, que era muito vaidosa, uma cadela chamada Dotty, muito desastrada e desajeitada, um castor muito ingênuo chamado bingo e uma porca-espinha chamada Márcia.

Do outro lado estava um crocodilo chamado Catchum, que era louco para tomar o vagão da turminha e, por isso, sempre ficava buscando uma maneira mirabolante de tirar a turminha de lá, juntamente com seu comparsa, um lagarto chamado Leni, mas o plano do crocodilo sempre acabava dando errado e ainda acaba sobrando pro lagarto Leni.

A série foi apresentada originalmente nos Estados Unidos, pela rede CBS, entre 1984 a 1985, num total de 13 apresentações, divididos em 2 partes distintas, mais o episódio piloto, totalizando 27 episódios. No Brasil esta série foi exibida com grande sucesso pelo SBT.






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quarta-feira, 10 de abril de 2013

O melhor brinquedo de todos os tempos: carrinho de rolimã

 
Quem nunca teve um carrinho de rolimã ou pelo menos desceu ladeira abaixo com um? O carrinho de rolimã foi um dos mais cobiçados brinquedos quando eu era criança, principalmente para competições entre os meninos. Confesso que nunca arrisquei colocar o meu bumbum, apesar de que naquela época por incrível que pareça, meninos e meninas brincavam juntos, mas adorava ver meus irmãos e os primos se esborracharem no final da ladeira ou o que achassem pela frente para se esborrachar. Que pecado!

Pode-se dizer que era um brinquedo um tanto quanto diferente, pois não tinha classe social para tê-lo, todo mundo podia ter o seu e, o mais interessante, é que tão gostoso quanto brincar era fazer o próprio. Tábuas, pregos, parafusos, martelo e muita aventura. Depois de pronto, era só escolher uma boa ladeira e deixar a gravidade fazer o serviço. Muitos joelhos e cotovelos ralados, mas nada que água com sabão e depois um Merthiolate não resolvesse, ainda daqueles que ardia pra &%$#@. Bons tempos aqueles!

Faça um pra você ou pro seu filho clicando aqui.

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quinta-feira, 28 de março de 2013

Stop? Para tudo!


Quem não lembra dessa brincadeira divertida naquelas tardes chuvosas sem ter o que fazer? Principalmente num fim de semana quando vinham os parentes, os primos se juntavam na brincadeira e era uma baita discussão por causa das coisas mirabolantes que inventávamos só pra ganhar mais pontos. Vi uma breve narração da brincadeira lá no Marmota e senti saudades:


"Em uma noite gelada, sem grandes opções de lazer, em nossa choupana de Campos do Jordão.

- Muito bem, vamos começar.
- Todos prontos?
- Letra… P!
- Que mer… Cigarro com P…
- Stop!
- Droga. Faltou o personagem dos quadrinhos…
- Putz… Colocava qualquer pato da Disney…
- Acabou, acabou. Vai, cor.
- Pink.
- Opa! Opa! Pink não é cor!
- Como assim não é cor?
- Pink é o mesmo que rosa. Senão ia valer black, naranja…
- Nada a ver… Tem cor de rosa e pink, são diferentes…
- Que pink o quê. É magenta!
- Chega. Não valem os pontos. Vamos seguir. Planta.
- Picles.
- QUÊ???
- Picles, ué. Aquilo que vai no lanche.
- Planta picles? Tá louco?
- Já viu alguém plantar picles?
- Tá bom, vai. Devia ter escrito pepino.
- Planta picles… Ê cabeça…
- Letra H!
- Nããão! H não!
- Não tem nada com H!
- Claro que tem…
- Stop!
- Não é possível.
- Vamos lá. Celebridade.
- Henriqueta Brieba.
- Quem?
- Noooossa, aquela velhinha! Já morreu, né?
- Putz, cada celebridade que vão resgatar…
- Dez pontos pra mim…
- Próximo quesito. Carro.
- Hundai.
- OPA! OPA! Hundai é marca de carro! Não vale!
- Eu botei Fiat Hoje…
- Estúpido! O Oggi do Fiat é com O
- Mas vai valer Hundai?
- Se aceitar, vai ter que valer Audi, Toyota…
- Já que vai valer, vamos aceitar artigo também.
- Não, sem artigo.
- Mas vai valer marca de carro?
- Vai, vai valer, sim.
- Put I keep are you…
- Letra D!
- Peraí, não somei ainda…
- Novela com D… Quem foi o idiota que inventou novela…
- Tem sim, uma das sete, que teve a Claudia Raia… A abertura era todo mundo afundando na lama…
- Stop!
- Cacete, já!
- Faltou um monte de coisa…
- Tá legal. Vestuário.
- Dedal.
- Hahahahahahahahahahahaha!
- Pára tudo! Dedal vestuário?
- Ué, não vale qualquer coisa que se usa? Bolsa vale, mala vale…
- É, mas você não sai por aí vestindo um dedal, sai?
- Daqui a pouco vão dizer que você vestiu um dedal pra sair com a Henriqueta Brieba de
Hundai!
- Ou vai pra roça usando um dedal pink pra plantar picles…
- Hahahahahahahahahahahaha!"


Muito bom!


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sábado, 16 de março de 2013

Tortuguita



Traquinagens fail

Estas fotos me fizeram lembrar de algumas traquinagens na infância, as fotos são de Jason Lee, um pai super criativo e genial que fotografa as suas filhas por hobby nas mais inusitadas situações:


Toda criança já brincou com fogo escondido dos pais. Lembro-me uma vez que eu e o meu irmão brincávamos com um isqueiro que encontramos no bolso da calça do meu pai e quase colocamos fogo num viveiro de madeira de coelhos que tínhamos.
 


Eu lembro que adorava vestir as roupas da minhã mãe e da minha irmã mais velha, mas tudo escondido, porque se elas soubessem eu estaria encrencada.
 


Idéias mirabolantes fazem parte da infância de qualquer um, todos um dia teve uma em que ultrapassou os limites da normalidade. O resultado das traquinagens eram sempre belos castigos como deixar de assistir televisão, jogar video game ou ficar em casa refletindo sobre o que fez naquele domingo com um baita sol.
 


Ah, que saudades de ir pra escola. Quando eu estudava não via a hora de terminar e pular lá pro 2° grau e hoje daria tudo pra voltar. Que tempo gostoso!
 

 
Você não sabe o que é ser um mini delinqüente se nunca roubou um brigadeiro antes dos parabéns numa festa de aniversário. E muito menos ainda, não sabe o que é divertido se nunca lambuzou alguém com um bolo na cara como presente depois do colega soprar as velinhas.
 


Quem nunca pensou em fazer isso com ele? Adorava ler livros, vivia na biblioteca da escola, meu nome tinha em pencas na lista para devolver livros. Na verdade, sempre devolvi os livros, porque sabia que não eram meus e outros coleguinhas iriam se deliciar assim como eu, mas era impossível entregá-los no outro dia, porque eu achava fascinante ler e reler e, muitas vezes, fazer parte da história.
 


Todos tem uma história para cada dente de leite, mesmo sabendo que eles iriam ser substituídos, o sentimento da perda era evidente, mas era recompensado quando joagávamos no telhado para a fada do dente nos trazer algo ou, então, deixar num lugar mais fácil pra ela encontrar, como embaixo do travesseiro. Meu irmão mais velho me ajudou a arrancar um com um fio amarrado no trinco da porta.
 


Eu adorava ajudar minha mãe a limpar a casa, mas acabava só atrapalhando e lambuzando mais do que já estava. Mas isso só acontecia mesmo quando era pequetitinha, porque quando entra na aborrecência, lavar uma louça era um martírio.
 

 
Nunca experimentei a façanha de descer as escadas deslizando, mas na minha casa eu descia deslizando pelo corrimão. Imagina quando meus pais viam isso, era briga na certa ou um dente, braço e perna quebrado.
 
 
 
Sabe aquele dia de chuva e frio? Pois é, tudo o que nós queríamos era permanecer debaixo das cobertas assistindo um desenho animado e as maiores mentiras eram uma dor de barriga, um resfriado e uma dor de cabeça para faltar na escola.
 


Não cheguei a tanto, mas, de vez em quando, ouvia minha mãe dizer que quando chegássemos em casa, ela iria me colocar na máquina de lavar roupas depois de um dia exaustivo numa caixa de areia da escolinha.



Sim, eu já comi sabonete e também já tomei shampoo. Posso garantir que o gosto não é muito bom, mas como toda criança, estava apenas explorando meu mundo.
 
 
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